Hoje assistimos ao curta metragem "A língua das coisas" inspirado na obra de Manoel de Barros, dirigido por Alan Minas e lançado em 2014.

 

Em um sítio longe de tudo morava o menino Lucas e seu avô. O avô de Lucas era diferente, ele sabia a língua do rio e das plantas. Mas Lucas estava cansado disso, porque o avô dizia que pescava palavra por palavra no rio.

 

Um dia a mãe de Lucas levou ele para viver na cidade e o avô não gostou disso, mas achou importante ele ir, porque lá ele iria aprender a língua de gente. O avô colheu palavras em uma árvore para Lucas levar com ele para a cidade, palavras como saudade, amor, história, forró, cafuné.

 

Na sua nova escola o menino não sabia a língua de gente e todos achavam que ele era maluco. Ele sabia apenas a língua do rio e das plantas, porque tinha aprendido com seu avô.

 

Em seguida sua mãe recebe a notícia da morte do avô. De volta ao sítio, Lucas corre em desespero na esperança de encontrá-lo, na ilusão daquela notícia ser uma história inventada. Mas não é. Triste e desolado, ele senta na margem do rio e sem se dar conta muitas palavras são trazidas pela correnteza.

 

Eu gostei muito do filme, porque ele é bonito, triste e poético. Eu indico o filme para a minha irmã, mas se ela ver o filme irá chorar.

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