Vol. 10, Nº 41, Dezembro/2019

AOS LEITORES

Olá! Entregamos a vocês a última edição do ano de 2019. Que ano bom para nós: estabelecemos novas parcerias, conquistamos mais leitores e inovamos com boas produções audiovisuais...Agora é consolidar o nosso periódico e a sua participação será fundamental. Neste número, você encontrará uma crônica bem interessante sobre alguém muito fã de futebol, também irá ver desenhos criativos, curtirá uma boa  história em quadrinhos, aprender mais sobre cuidados ambientais e muito mais... Bem, boa leitura e até a próxima!

ESTA CARTA VAI PARA...

Goiânia, 03 de dezembro de 2019.

 

Boa tarde Wallace, shallon.

 

O que você faz nas férias? Vamos jogar bola ou vamos jogar no seu tablet? Nas férias eu vou treinar na Bola de Ouro e também no Bate Bola. Quando nós dois jogarmos no Bola de Ouro no mesmo time vamos ganhar de todo mundo e fazer a rodinha. Eu não vejo a hora de isso acontecer. Nós dois seremos um dos melhores jogadores né, Wallace?

Tchau e até a próxima meu amigo mais bom do mundo e Feliz Natal para você!

Kauan Machado Sá Silva (Escola Municipal Nossa Senhora da Terra).

Goiânia, 03 de dezembro de 2019.

Oi, tudo bem?

Feliz Natal professor Leonarlley você foi um ótimo professor que tem paz na sua vida.  Natal é uma época muito querida de relembrar com toda a família, etc. Aproveita o seu Natal por que como que você é cheio de compromisso acho que nem tempo pro Natal o senhor vai ter. O que você vai ganhar de presente surpresa é muita felicidade.

Muito obrigado pela sua atenção e fim.

Kauanny Gabrielly (Escola Municipal Nossa Senhor da Terra)

Goiânia, 03 de dezembro de 2019.

Boa tarde Kauan, shallon

Como vai Kauan? Eu quero que você melhore na bola porque precisa, meu pai do céu, mas você é bom.

Mas melhor que eu flamenguista não existe. Você é um dos meus melhores amigos. O ano está acabando e ainda bem que sua vó fez sua matrícula para de manhã. Se você for participar do amigo secreto eu vou te dar um presente legal se eu sair com você.

Você é um amigo muito bom.

Até amanhã! Feliz Natal para você!

Wallace Rodrigues dos Santos (Escola Municipal Nossa Senhora da Terra)

Goiânia, 03 de dezembro de 2019

Olá mãe,

Esse ano eu quero presente e vai ser um celular eu acho que eu fui uma boa menina.

O Gustavo falou para que eu, a Manu e a Maria Fernanda passar o Natal lá e o ano novo também já que lá tem piscina. Estou muito ansiosa, A Fernanda falou que são duas horas de voo para João Pessoa e de ônibus são três dias de viagem. O Bruno não gosta de viajar de avião e sempre vai de ônibus, já a Fernanda é mais corajosa. De lá pra cá de avião é R$ 400 e daqui pra lá é R$ 1.500 porque lá é ponto turístico e espero vê-la.

Até mais! Abraços!

Isadora S. Parreira (Escola Municipal Nossa Senhora da Terra)

Goiânia, 03 de dezembro de 2019.

 

Oi mãe,

Eu te amo muito, você é a mais bonita desse mundo. Nesse Natal eu quero uma bola de futebol e uma chuteira. se você me dar eu te dou um presente. Te amo mãe!

Feliz Natal! Eu agradeço a Deus por tudo que você fez por mim. Te amo. Deus nunca vai te esquecer.

Osmar Neto (Escola Municipal Nossa Senhora da Terra)

Goiânia, 03 de dezembro de 2019.

Oi, tudo bem?

Eu sou o Vinicius. Está chegando o Natal e muita gente já está comemorando e eu estou aqui a toa sem fazer nada só estudando, jogando bola, jogando Free Fire, brincando por aí na rua na casa dos outros. Eu desejo que o Wallace me dê uma bola no amigo secreto sabe porque? Você é meu amigo, Kauan, Murilo, Marcos, Paulo, Kaio, Gustavo, Fernando, Osmar Neto, mas quem vai me dar a bola é o Wallace.

Fim. Tchau! Feliz Natal.

Vinicius Caetano (Escola Municipal Nossa Senhora da Terra).

Goiânia, 03 de dezembro de 2019.

Oi, prazer, meu nome é Marcos e eu vou escrever para meu pai. Boa tarde!

Pai, eu gosto muito do senhor, eu quero de presente de Natal um vídeo game. Eu gosto muito do senhor, sua comida é muito gostosa e eu gosto de jogar bola com o senhor.

Pai, Feliz Natal! Mãe, eu gosto muito de você e da sua comida e fim. Eu quero ganhar um bomba de encher bola.

Pai e mãe gosto de vocês. Tchau! Amo vocês!

Marcos Felipe (Escola Municipal Nossa Senhora da Terra)

CANTINHO DE LEITURA

TRANQUILIDADE DO AMARELO

Era uma quarta-feira, de tarde e meu  pai nos apressava. Apressava a gente falando: -Não querem ver o menino Ney de perto? Se apressem...

Naninha e eu nos arrumamos rápido, tão rápido que naquela pressa eu cometeria um dos maiores erros de falta de atenção na minha vida. Entramos no carro e olhei o que vestia. ....dei mancada, aquilo não era bom. Podia acontecer uma coisa ruim. Morrendo de medo de levar bronca, ou pior, morrendo de medo de não poder ver o jogo e perder essa oportunidade de ir ao estádio com o meu pai. Eu conto ou não para o meu pai?

O caminho pro estádio parecia não ter fim e minha agonia só aumentava. Inquieto  resolvi prestar atenção no caminho para ver se eu esquecia tudo aquilo. Vi  um menino que parecia discutir com outro e ele se vestia igualzinho a mim! Nunca me arrependi tanto...

Chegando no estádio tomei uma decisão. Resolvi que finalmente eu ia contar pro papai o que estava acontecendo e pedir ajuda. Ele logo falou: -Como você consegue ser tão burro? Fiquei sem reação, pois ele estava certo. Eu já tinha 13 anos e já estava acostumado com notícias de violência entre torcidas, como poderia ter esquecido disso? Ele continou: -Como você consegue vir para o jogo da seleção com a camisa contrária ao time que torce?

Descemos do carro, a primeira coisa que pai me fez foi tirar a minha maldita camiseta, a  do Messi, o principal rival argentino e temido por nosso time. Ele guardou ela e para eu não ficar sem camisa me comprou uma, lá mesmo, na barraquinha de um cara que gritava: -Camiseta do Brasil, 25 REAIS, 25 REAIS! Não sei o nome dele, mas nunca esqueci, o quanto foi bom ele estar ali, naquele exato momento.

 Entramos no estádio e a partir daquele dia, o amarelo virou para mim a cor mais tranquilizante.

O jogador

O MEU LADO QUE NINGUÉM SABE

Você conhece Raquel? Raquel é uma menina que tem três vontades: escrever sem ninguém a julgar, crescer para ser livre, e a última que é ser menino, porque só meninos que podiam ser empresários na família. Ela esconde essas vontades na bolsa amarela, para ninguém saber.

 

Eu me identifico com Raquel, mas nem tanto, pois ninguém é igual, certo? Eu tenho uma caixa de vontades, nela escondo minha maior vontade: a escrita. Gosto de escrever poemas, frases e textos, dia-a-dia, mas não sobre mim, mas sim o que vejo. Não guardo, mostro para todos. Por que guardar? Pois não tenho medo de me expressar, se o outro elogia, fico feliz; se criticar, vou melhorar.

 

Nessa caixa também tem cartas que já recebi dos meus familiares e amigos (as), guardo as pequeninas coisas que se transformam em gigantes. As cartas, eu lembro de todas com tanto carinho, como a data do meu aniversário.

Na caixa escondo o meu lado oposto, não gosto de mostra-lo para ninguém, mas as vezes foge.

 

Uma coisa que Raquel faz e me deixa triste: ela guarda a sua escrita. Não podemos ter medo do que as pessoas vão dizer. As coisas mais importantes são difíceis de se expressar. Como as coisas das quais você se envergonha, ou fica tímido ao dizê-las, ou sente medo. Mas as palavras reduzem as coisas que pareciam imensas e ilimitáveis quando estavam dentro de você. Quando são reveladas percebemos que elas são menores e menos difíceis do que imaginamos. Mas é mais que isso não? As coisas mais importantes estão muito perto de onde seu segredo está enterrado, com pontos de referência para um tesouro que muitas pessoas queriam. Assim, era a bolsa amarela de Raquel.

Bom acho que você leitor desse texto pode estar confuso ou não. Enfim, o que eu quero dizer é que quando você se expressa sempre terá alguém que poderá diminuir a sua expressão. Mas como diz um dito popular “ levante a coroa rei ou rainha, levanta a cabeça, pois ninguém tira o que está dentro de você”. O que escrevi aqui fala que quando você deixa a expressão dentro de você, ela fica maior do que pode imaginar, então você sente vergonha de falar, então você a esconde como um segredo. Isso é que faz Raquel. Expressar é um tesouro. Raquel é pura expressão.

 

Esse texto é referente a uma atividade escrita no caderno de “histórias, memórias e leituras” em que a aluna analisa as vivências da personagem Raquel do livro “ A Bolsa Amarela” de Lygia Bojunga.

(Juliana O. Rocha - 5º ano B - Cepae/UFG).

 

PALAVRAS

 

Palavras vossas tão duras, quanto teu

gélido âmago

Sentenças tão talhantes quanto

o fio da navalha

Que em meu peito passam

regressando minha essência

à mais profunda cacimba

 

Lá me guardo

Adjunto da frígida água

e da frondosa lama

Que me cuidam, até não restar

uma gota de seu ilibado veneno

Sem dúvida crédulo de seu bem-fazer

para minha prospriedade

 

Perpétuo, ergo-me e suporto-me

Lúcido, encargo meu perdão

Ascendo, até que possa ouvir

meu coração

Entendo vossas alegações

Indubitavelmente erronêa

Contudo abundante de ternura.

 

(Heitor Fuzo - Cepae/UFG)

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QUEM FEZ ESTA EDIÇÃO:

Maria Alice de Sousa Carvalho Rocha, Leonarlley Rodrigo Silva Barbosa, Ricardo Ferreira Vale, Patrícia Maria J. da Silva, Joycelaine Aparecida de Oliveira, Kelly Bianca, Santiago Lemos.

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